Arquivos de Categoria: MAGIA

Imagine isso

Finalmente decidi escrever sobre ser mulher e magista. “Magista” é um termo bastante impreciso, que peca ao mesmo tempo por excesso ou escassez de uma definição melhor para alguém com um espírito tão curioso quanto o meu. A partir deste ponto sem muita definição, passei por uma grande variedade de questionamentos e protestos – às […]

Símbolos de Serpentes: Representações em Alguns Contextos Espirituais e Mágicos

A serpente é um símbolo ou central ou de destaque em mitologias, religiosidades e em manifestações mágicas ao longo da história e do mundo. Para o mundo ocidental, forjado pelo Cristianismo, ela é uma figura polêmica, mas que nunca deixa de fascinar. Seria pretensioso por demais tentar exaurir os significados deste animal fantástico mesmo em […]

Verbo e Silêncio

“Se não posso romper o silêncio sobre o que me afeta, tampouco posso guardar o silêncio! É, certamente, doloroso pra mim, tomar a palavra, mas também é doloroso calar me: de todos os lados, aflição!” – Ésquilo Para os oradores gregos o silêncio, em exposição, é preenchido de significado e gravidade. Não interpretado como mera […]

Uma Discussão sobre Mito e Rito

Walter F. Otto entende que o mito seja indissociável do rito, de tal maneira que os dois se confundem. Neste contexto, mito e rito se vivificariam em um círculo de retroalimentação. Um sendo dependente do outro para manter seu significado e relevância. Nesta ideia pode se esconder uma possível explicação para a degeneração do significado […]

A Tradição Trapaceada ou o Trapaceiro Tradicionalista

O Mago é uma figura que tem que trabalhar de acordo com sua percepção (na minha opinião, claro). Caso contrário, como fazer magia e como conhecer sua natureza? Porém, é comum vermos uma infinitude de pessoas que estudam e praticam magia presas em paradigmas e em modelos que não necessariamente harmonizam com elas mesmas. Como […]

Ao Eremita

Tem-po. Sempre o considerei uma dádiva melhor usufruída solo, na companhia de mim mesmo e do tic-tac do relógio, ou do som do sopro do vento. No máximo numa conversa onde eu tenha todo o tempo que quiser para pensar e refletir: profundos diálogos que a leitura me oferece. Nesses diálogos, não preciso me ocupar […]