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Arquivos de Autor: J Puga

A magia do náufrago

Dentre as muitas coisas que podemos falar sobre Magia, gosto de pensá-la como a intenção aplicada de um ser na retomada de consciência do seu próprio poder.  Eu diria que o que nos leva a trilhar esse caminho, mesmo que ele seja um que vai na contramão da “normalidade social”, é uma persistente sensação. Um […]

Magia, prática e liberdade

Tente fechar seus olhos por um instante e imaginar um ser livre. O que você vê? O que você sente? Talvez tenha imaginado um pássaro cortando sem pressa o ar. Ou um peixe deslizando por entre as águas primevas do mar. Ou ainda o fogo ganhando terreno com sua dança, consumindo tudo que toca, sem […]

Choro guardado, mofa.

O choro é pergunta na linguagem do coração. Ele irrompe o reino aéreo das palavras, como se não fosse nada, pra te banhar de inquietação. O choro é a primeira e mais sincera forma de comunicação.  Quando ele sai doído questiona o que foi vivido, as escolhas, a função. E quase sempre é mais sincero […]

Encontros com a bruxa: a bruxa da mata

Justo eu, que te procuro a vida inteira, quantas vezes já não te encontrei em momentos em que eu menos esperava? Na teoria a gente sempre espera que esses encontros sejam especiais, rebuscados e mágicos, mas quando olho para trás percebo que foram momentos curiosos, oníricos e até desavisados; pelo menos nos que pude vislumbrar […]

Encontros com a bruxa: a bruxa da estrada

Justo eu, que te procuro a vida inteira, quantas vezes já não te encontrei em momentos em que eu menos esperava? Na teoria a gente sempre espera que esses encontros sejam especiais, rebuscados e mágicos, mas quando olho para trás percebo que foram momentos curiosos, oníricos e até desavisados; pelo menos nos que pude vislumbrar […]

Encontros com a bruxa: as bruxas e o pássaro

Justo eu, que te procuro a vida inteira, quantas vezes já não te encontrei em momentos em que eu menos esperava? Na teoria a gente sempre espera que esses encontros sejam especiais, rebuscados e mágicos, mas quando olho para trás percebo que foram momentos curiosos, oníricos e até desavisados; pelo menos nos que pude vislumbrar […]